
Não estamos mais a sós
ao brilho nosso, do sol, ou da lua,
somos próprios em nós.
Somos vagalumes
que iluminam o caminho.
Não estamos mais.
Não mais calados,
não mais sozinhos.
Temos agora, repleto o peito.
Eu e você, seres alados
voando num céu inventado
que é nosso por direito.
* A poesia e a música dominam meus sentidos. Não sei escrever sobre mais nada que não seja o quê sinto tão verdadeiramente em meu peito. Estar diante da simplicidade das coisas é estar em paz. A paz que me não mais me abandona, pois caminho na luz e não mais nas trevas. E isso se dá, não por quê alguém especial tenha me feito enxergar toda essa simplicidade, mas, por mim que aceitou abrir os olhos.
