
Com a alma comovida segue meu coração peregrino.
No pequeno barco abandonado ao intranqüilo acaso.
E a nuvens lentas, seguem juntas as margens esquecidas,
ao passo que as águas desenham o lago raso.
São uns gestos inocentes esses que desprendo.
Deito-me na solidão, deixo dizerem aquilo que nem sou.
Ouço sempre, já não mais me importa. Eu me rendo.
Posso levar qualquer problema, tudo aceito.
Mas, hoje no meu dia austero e triste,
Fiquei na companhia do meu pior defeito,
e sigo a navegar nesse barco que nem existe.
Tenho semelhança com coisas esquecidas,
e, já não me assusto em seguir viagem.
São assim minhas horas mal vividas,
pois, acostumei-me com a solidão da paisagem.
Pensei ter quem me guiaria nesse calmo tormento,
e junto a mim, enfrentaria o que sempre enfrento.
mas, num barco abandonado, vi que ninguém quer estar dentro.
No pequeno barco abandonado ao intranqüilo acaso.
E a nuvens lentas, seguem juntas as margens esquecidas,
ao passo que as águas desenham o lago raso.
São uns gestos inocentes esses que desprendo.
Deito-me na solidão, deixo dizerem aquilo que nem sou.
Ouço sempre, já não mais me importa. Eu me rendo.
Posso levar qualquer problema, tudo aceito.
Mas, hoje no meu dia austero e triste,
Fiquei na companhia do meu pior defeito,
e sigo a navegar nesse barco que nem existe.
Tenho semelhança com coisas esquecidas,
e, já não me assusto em seguir viagem.
São assim minhas horas mal vividas,
pois, acostumei-me com a solidão da paisagem.
Pensei ter quem me guiaria nesse calmo tormento,
e junto a mim, enfrentaria o que sempre enfrento.
mas, num barco abandonado, vi que ninguém quer estar dentro.






