quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Eis o momento... A cura... A paz...


A mesma cor e o perfume
que meneia entre as folhas novas
que depois da chuva aviva as cores
que desenham as delicadas flores
que se abraçam aos ramos
como amantes eternos
de almas acesas
que nas concedidas horas
passeiam nessas paisagens oníricas.
Pensamentos, lentos, tantos...
A vida devagar como o suave vento
que cala as tolas falas
dos que desconhecem o entender da vida.

2 comentários:

  1. Sinto e pressinto uma alma nobre através da sua escrita...

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  2. Delicada como o aroma do perfume, como o peso das folhas, como a liquidez das gotas...como...como só sua poesia sabe ser.

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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