segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A hora exata



Não tardou dizer que amo.

Nem falhei com o tempo.

A hora era exata.

O coração ganhou voz,

A voz ganhou certeza,

E a alma sorriu e disse:

“Eu amo você!”

O minuto de silêncio sepultou os erros do passado .

Restou só o teu sorriso de resposta igual.

Nada mais fere o coração,

Nem oculta os sonhos esquecidos,

A noite é uma sombra leve,

As lágrimas são boas

E a dor adormece em outro canto.



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Saudade de nós

Haverá um tempo só nosso, e, eu irei esperar, não importa o tempo.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Para pensar um pouco...

Somos adestrados e condicionados a pensar a vida sempre igual. O medo que nos acompanha é o que nos limita a não ousar. Falamos tanto, fazemos tão pouco. Feliz daquele que experimenta, domina seus conflitos, encara seus medos e ousa o inédito. Isto reflete no semblante como algo que grita: Sou feliz porque me aceito; sou feliz porque dentro de mim encontrei as minhas respostas.

Somos corrigíveis e bons. Sabemos perdoar e crescer diante das dores, o que falta é compreender o que se é, e isso, quase ninguém entende. Se a felicidade parece algo tão distante, é porque você mesmo nunca encontrou coragem e força suficiente para pegar a estrada e seguir em frente.

Somos covardes até o momento em que queremos e somos felizes quando conseguimos equilibrar nossas ações, ver o simples da vida e aceitar que não viemos ao mundo somente de passagem. A regra é: mostre-se feliz, não somente aos olhos, mas, também ao coração e alma. Não há como não se olhar e ver que tudo vale à pena quando pensamos no amor em sua maior grandeza: O amor que cultivamos dentro de nós mesmos. Só assim, temos crédito pra falar de felicidade de verdade.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Doce amor

Cadê minha poesia?

Só se escreve quando sofre?

Não tenho mais sofrido para os versos.

Poetas gostam de tristeza e amargura.

Eu sei que nunca fui poeta.

Se eu disser em versos o que sinto,

Repetirei sobre felicidade

Enjoando o papel branco com as mesmas coisas doces.

Vou falar de amor, novamente.

Porque, pra mim, será sempre novidade.

Todo dia de amor é único.

Toda verso de amor é inédito.

Não faço mais a poesia de antes.

Nem se eu quisesse voltaria a ser triste.

Desaprendi, esqueci, morri para a dor...

Minhas letras não carregam tons melancólicos.

Nem lágrimas salgam minha boca.

Meus versos são de água e açúcar.

A ansiedade deixou apenas um recado:

“Não sei viver sem você, vou embora.”

Tantas coisas me abandonaram.

Os dias tornaram-se mansos.

A agonia deu espaço à paciência,

E, a ilusão, ao doce amor.

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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