quinta-feira, 29 de julho de 2010

estado de graça

Para além das nuvens do céu
dito a paz que guardei em segredo
que em dias mansos me acalma.
Não sou eu nuvem cinzenta
nem menos lágrima perdida.
Sou qualquer coisa verdadeira
esculpida em certeza e realidade.
o eterno abismo sem fundo
agora é um sereno raso lago
a espelhar meu sorriso fácil.
Os dias são de novos azuis
e na alma não habita o sentido pávido
Foram-se as horas dantes arrastadas.
Quebraram-se as ferrugentas correntes.
Abandonaram-me as tristezas infinitas.


Ofereço aos olhos do mundo
o meu sentimento mais profundo
deixando em tranquila linha
essa simples poesia minha:

Deixo de ser poeta aflito
Porém, a rima minha ainda grito
pra dizer que é tão imenso e bonito
o estado de graça infinito
que meu coração tanto quer deixar escrito.

4 comentários:

  1. Ual que coisa mais linda!!!!!

    saudades daqui, beijo grande pra vc!!!

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  2. Lindo de mais! Deixa de ser Poeta aflita, mais nunca deixa de ser Poeta! Beijos!!

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  3. Ju, obrigada!

    Saudades de você!

    Beijo!

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  4. Dustin,

    Acho mesmo que jamais deixarei de ser poeta!

    Beijo grande!

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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