segunda-feira, 22 de junho de 2009


2 comentários:

  1. Leva-me para o além mortalha de papel
    Cobre-me com a manta fria do destino
    Serpenteando em redor com lábios de fel
    Queima-me com esse teu pano fino

    Arde o corpo sem razão nem sentido
    Esmagando-me na terra prometida
    Prometida ao homem que se sente perdido
    Perdido, só, rasgado e ferido

    Deixa passar o tempo, grita a uma nova ode
    Chora as lágrimas de sangue do ser
    Se puderes foge, pois ninguém te acode
    Ninguém, ninguém te ajuda a crescer

    Tudo que preciso é simplesmente paz
    Paz para crescer, viver e morrer
    Ter uma casa uma cova onde o corpo jaz
    Ter uma luz para o caminho conseguir ver

    Agora vem o medo a agonia e a solidão
    Perdido no tempo da loucura sombria
    Deixado na berma da estrada da razão
    A salvação era somente o que eu queria

    Acordo para mais um dia de credo
    Frio, sem vontade de sair de partir
    Nesta hora que nem é tarde nem cedo
    Nesta hora em que nas sombras vou cair

    Um abraço, Jacque

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  2. poema original
    http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=56740storyid=56740#ixzz35eCkbqH3

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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