quarta-feira, 24 de junho de 2009

O que é amor?

O amor é grande na simplicidade.
É o detalhe mais percebido,
a premissa da felicidade,
o sonho mais real e sem sentido,
a amizade além da amizade.

O amor é o concerto mais desafinado.
É o silêncio que todos escutam.
A música que te faz dançar mesmo parado.
O desprendido sorriso na madrugada.
A lágrima necessária e boa.


O amor é sempre a resposta mais esperada.

2 comentários:

  1. Lindos versos, Jacque! Realmente, tu fazes versos com uma notável facilidade. E indubitavelmente, o resultado é sempre o mesmo: a admiração e a reverência de quem os ler.
    Um abraço!

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  2. Efémera semente de um pequeno Sol menino
    Onde a razia da luz se espalha na densa bruma
    Derivando no soslaiamento de um querer fino
    Apazigua a escuridão da cegueira do tormento

    Perpétuas cirandas cujo tempo se esvai
    Onde as danças bailam aos sons do canto
    Onde a luz cerrada do doente firmamento cai
    Percorrendo as almas que gritam de pranto

    Da pequenez do homem agraciou-se o pecado
    Imundo, soslaio sempre à espera de um raiar
    Querendo a pura luz como um mal enfadado
    Padecendo de amores, onde o amor se tenta calar

    Do silêncio das vozes, os gritos se humedecem
    Saindo em coros mudos em jeito de pura sinfonia
    Percorrendo as luzes os corpos que padecem
    Trespassando-os, sentindo-lhes as dores da alegria

    A fome de um novo amanhecer por agora se perde
    Perdeu-se na noite, na noite triste dos tempos
    Perdeu-se a inocência, pois a avareza não cede
    Não cedendo, também, a pureza da luz a estes tormentos

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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