
Nada mais há de ser esperado.
Árdua. Bela alínea.
E aqui, começa:
Deixemos. Tudo é efêmero.
Num dobrado de folhas,
No vento sorrateiro da noite,
No último e desgastado gole.
Beberemos dele. Último vinho.
Viveremos. Inútil taça cheia.
Nosso doce vinho sangra.
Nossos imperdoáveis olhos derramam.
Choremos como chuva.
Molharemos. Últimas lágrimas.
Amemos. Não há outra maneira.
Debalde nunca haveria, pois amamos.
Sacrifício. Doce, sacrifico.
Beberemos desse cálice.
Árdua. Bela alínea.
E aqui, começa:
Deixemos. Tudo é efêmero.
Num dobrado de folhas,
No vento sorrateiro da noite,
No último e desgastado gole.
Beberemos dele. Último vinho.
Viveremos. Inútil taça cheia.
Nosso doce vinho sangra.
Nossos imperdoáveis olhos derramam.
Choremos como chuva.
Molharemos. Últimas lágrimas.
Amemos. Não há outra maneira.
Debalde nunca haveria, pois amamos.
Sacrifício. Doce, sacrifico.
Beberemos desse cálice.
Sofreremos dela. Última saudade.
P.s.: Eu te amo
A vivência de cada um... isolada na sua individualidade se torna dual e divide-se silenciosamente, quando compartimos em palavras o que sentimos, como sentimos e nossa forma de encarar... É a vida! E não é bonita! É lindaaaaa! Essa produção me tocou.... profundamente!
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