Como a planta nutrida da luz de sempre
Avivada pelo sopro dos ventos dançantes
Onde um ramo altivo se prende nas algibeiras
e enlaçado mesmo que de espinhos, cresce.
E cresce aliado aos dorsos que sufocam, machucam, mas não o matam.
De sóbrio recebe piamente o vento destoado.
Não há mais flores nesse ramo, secaram-se todas.
Qual o motivo das flores? Se ainda sustenta-o a raiz?
Raiz maior, de poderio único: O amor.
Corta-o, ainda assim, as lágrimas o farão ressurgir com frondoso encanto.
o amor que tudo pode, tudo sente, tudo suporta...
ResponderExcluiraté mesmo a dor mais forte...
lindo minha flor...
parabens....
Uma flor que rompe o asfalto...
ResponderExcluirIsso sempre me comove!
É a poesia que surge do duro chão
da realidade!
Abraço muito carinhoso!
Perfeito! Lindas palavras delicadamente aplicadas e dispostas em versos, como somente alguém de alma sensível poderia dispor. Parabéns!
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