domingo, 7 de março de 2010

Minha cura

Você é a minha cura. Não adoeço mais das coisas de antes e nenhuma lágrima ou sofrimento me vale agora, pois eu tenho você que é meu bálsamo. Você me ensinou a não matar meus sonhos no ventre da covardia e a brincar com o tempo e não sofrer por ele. Você me ensinou que somos movidos pelas nossas paixões e desejos. Você não me fez tocar o céu, e sim, estar nele sempre. Eu não sei o que irá acontecer, e nem me interessa saber sobre isso. Só quero saber de nós e esquecer de todo resto. Vamos deixar o mundo lá fora, porque o que importa é a nossa morada de alma.

Sim, você é a minha cura.

Cura- Tata Alves

6 comentários:

  1. A alma nos abraça e ajeita nosso coração!!!

    Um grande beijo flor!!

    E feliz dia das mulheres!!!

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  2. Ai, difícil ler isso nesse meu momento... muito difícil. Mas não deixa de ser lindo...

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  3. Lindíssimo. Tenta não te prenderes muito em pessoas. Prende-te em ti, porque tu és a tua cura. Acho que é esse o segredo de uma vida confortável. Ainda não consegui descobrir se o é para ter uma vida feliz.

    BEijinhooo

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  4. Oi, Ju!

    É a nossa cura, não é? Quando ajeitamos o coração, nos curamos!

    Beijo, linda!

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  5. Vai passar Guh, assim como passa qualquer tormenta.

    Um beijo, meu vento!

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  6. Luís, quanto tempo! Meu caro, já me curei. Essa necessidade do outro, se faz como complemento de mim. O sentido de cura, se dá a partir do que me falta. Não somos completos, sem o outro. Mas, o outro não é a minha metade e menos o meu todo! Quando digo de mim, é porque completei o que sou. Quando nos completamos, passamos a abrir espaço para o outro, e assim, o outro é complemento e vice-versa.

    Eu sei, às vezes meus conceitos são bem confusos à outros olhos, mas eu me sinto infinitamente bem assim. Seguimos então...

    Um beijoooooooooo enormeeeeeeeeeeee, desculpe a ausência por lá, eu estou atarefada demais, mas, já está tudo se resolvendo.

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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