terça-feira, 13 de abril de 2010

A paz que almeja os inquietos

Das minhas falhas eu diria se fosse solto o verso frágil,
que às vezes, nem creio ser eu a riscá-lo nos papéis.
Os papéis são perigosos, pois a alvura nos cega.
Dá liberdade a nossa mão sedenta.
Dá-nos coragem e aflição ao mesmo tempo,
e ao fim, a paz que almeja os inquietos.

10 comentários:

  1. [é no papel que riscamos e rabiscamos os mapas incertos do nosso preciso coração]

    um imenso abraço, Jacque

    Leonardo B.

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  2. Uma definição concisa e bela disso que nos realmente tira a paz.
    Adorei.

    F.M.

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  3. eu amo os rabiscos certeiros que dás no papel! ^^

    Beijos Linda flor, escreves de uma forma tão ímpar . Adoro cada vez que leio.

    :*

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  4. Talvez a escrita seja a única prisão que nos liberta...

    Abraços, Jacque!

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  5. Se quer paz,..prepare-se pra guerra!

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  6. Leonardo,

    É nesse papel onde os versos transformam-se em artérias dando vida as palavras...

    Um beijo, amigo poeta!

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  7. Oi, Flávio!

    Obrigada pelo comentário tão doce. Realmente, isso nos tira a paz.

    Um beijo!

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  8. Minha menina-flor,

    Só me encanta seus elogios tão delicados. Sou tão quanto você minha linda escrevo o que a alma diz.

    Um beijo!

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  9. Angel, realmente essa prisão que nos faz sentir-nos livres e envereda pelos caminhos da alma, ao mesmo tempo que prende de maneira viciosa, lira-nos de qualquer martírio.

    Um abraço, minha cara!

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  10. Maldito,

    Só na paz é que encontramos as armas certas para o combate.

    Um beijo!

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Vida

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Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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