terça-feira, 15 de junho de 2010

"ERRRO"


Tenho visto amores sem vida, pintados e revestidos por belas molduras. São eles, cores e refinos, mas, apenas, bela pintura. São eles, dores, tragédias românticas... São eles tão certos de si, tão infinitamente eternos. Tão castos; tão servis... Eu quero é esse “ERRRO”; esse desconexo sem previsões; mas, carregado de certezas. Eu quero a saliva, o suor; o toque; o riso; o êxtase... Eu quero a paixão fervilhando nas entranhas... Eu quero poder dizer o que sinto, sendo pra sempre verdade, mesmo mil vezes errando. É assim que nós dois acertamos o passo, na poesia, no desejo, no coração e na alma. É assim, que a vida passa a ser vida de fato. Que seja efêmera, mas, que venha nua e intensa. Que seja curta, mas, que faça valer os segundos, como esses, que faz nosso tempo, só nosso.

4 comentários:

  1. Amores rebuscados demais escondem felicidade de menos... Bom mesmo é viver o que temos, viver vários amores se preciso for. Quem disse que o amor é único?

    Lindo, Jacque!

    Abraço.

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  2. ...
    Gostei disso, Jacque.
    Gostei muito.
    Meu beijo.
    ...

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  3. Angel, falou tudo.

    Obrigada, sempre.

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  4. Que bom que gostou, meu amigo!

    Um abraço!

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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