quarta-feira, 13 de maio de 2009

Amor pra quê te quero?



Há prazer nas lágrimas. Sim, há.
Bem sei... Bem sei...
Amor pra quê te quero?
Pra ouvir: “Eu te amo”?
Vários deles?
É tão simples dizer, tão fácil aceitar.
Talvez se eu fosse de pedra, seria fácil. Não sou!
Talvez se eu fosse feita da santa ingenuidade. Não sou!
Bem sei... Bem sei...
É tão bom saber de amor. É tão precioso.
Melhor ainda é quando se inventa sobre ele.
São tantas histórias.
Tantos encontros e reencontros.
Tantas músicas. Tantos versos.
Tantas lágrimas. Tantas alegrias.

Pra uns é tão fácil. Pensei que pra mim, também seria.


Restou-me escrever sobre isso.

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A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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