
Recolho-me ao contentamento de algumas horas de solidão.
Permaneço ileso ao retrato do que sou nesse momento
Fiz de mim um trapo de linho encardido de chão.
Tão impuro e desgastado como esse sentimento.
Sou colibri desesperado voando junto ao vento.
Retomo minhas rotas e mesmo assim não sei o caminho.
E mesmo sendo pássaro, eu não voou ... Eu invento.
Falta-me outro, pois não sei mais voar sozinho.
Quem será meu outro passarinho?
Oi Jacque, visitei seu blog pela primeira vez, adorei.
ResponderExcluirBelos poemas, belas ilustrações muito bom gosto. Parabéns. Voltarei mais vezes.
Um abraço
As vezes estamos só e nem sequer sabemos disso...
ResponderExcluirOutras vezes temos todos e não temos ninguém...
Lidissimas linhas...
Um beijo minha Flor