terça-feira, 25 de maio de 2010

Em vão, nada.

Nos quadrantes rompe-se o tempo
corroendo as rimas e os restos.
Hoje conheço o que antes era a
curva anônima da estrada.
Cada singular composto gesto...
Em vão, nada.
Válido como qualquer lágrima ou,
descrença numa fé, talvez sem causa.
Creio hoje no que as estrelas me dizem
e também no brilho dos teus olhos quietos.
Vivo tocando meus pensamentos em pausa,
Voltando como pássaro ao velho ninho
Rimando como poeta errante
que encontrou seu caminho.

Um comentário:

  1. "Vivo tocando meus pensamentos em pausa,
    Voltando como pássaro ao velho ninho
    Rimando como poeta errante
    que encontrou seu caminho."


    O que dizer diante dessa pérola?
    Um grande abraço perdoe-me pela ausência embora quem perca seja eu.

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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