sábado, 10 de outubro de 2009

Intranquilidade quieta



Por um poema pequeno,
um verso sem rima;
ou, um poetar sem sentido;
escrevo por breve descuido,
promessa curta ou necessidade.
Rabisco o papel a fim de curar-me.
Recolho com zelo absoluto cada palavra,
depois as uso com intensa maldade.
Oscilo.
Sim, eu oscilo nos versos.
Amanhã uma nova inspiração,
um novo rosto.
E assim, vou sendo poeta,
vivendo tão somente,
dessa minha intranquilidade quieta.




2 comentários:

O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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