sábado, 31 de outubro de 2009

O azul da tinta

Eu tenho muito que escrever.
E as minhas mãos sedentas para sangrarem o azul da tinta,
irão registrar aflitas esses sentimentos meus.

O poeta escreve para que cada palavra sinta,
que aos versos, ele jamais dirá adeus.

4 comentários:

  1. Lindo isso, imagem e texto!
    beijos, ótimo final de semana

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  2. Ainda acho que poetas escrevem com sangue e a poesia se torna carne

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  3. A poesia e a pintura
    Têm algo de semelhante
    A poesia tem magia
    A pintura é fascinante

    Com um beijo me despeço
    Passei aqui a correr
    Outro dia com mais calma
    Um pouco mais vou escrever.

    Bjo
    Áurea

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  4. É. LINDO *_*
    o Adeus o poeta dá,
    mas não ás palavras,
    não ao seu modo de derramar sentimentos.

    amei :**

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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