
Por que me falho?
Por traço um caminho, e escolho um atalho?
Faço falta a mim quando caminho sozinha.
Sinto uma solidão pequena, perdida em meio a casa.
Nesses momentos, sou pássaro de uma só asa.
Pássaro de uma só asa não voa.
Coração que ama sozinho destoa.
Poesia atada se solta.
Caminho escolhido, nem sempre tem volta.
Sim, eu oscilo nos versos, sempre faço isso,
porque sou escrava dessa minha poesia sem compromisso.
Lindo. Talento é isso. Ajustar os versos onde tem somente o necessário. Perfeito.
ResponderExcluirGostei deste teu poema de interrogações.
ResponderExcluirBeijinho
MV
Obrigada, Sávio e Marta. Agradeço pelos comentários de sempre!
ResponderExcluirUm abraço
Sem correntes certamente
ResponderExcluira Poesia mais alada -
E cada voo rasante!
Belos versos.