domingo, 25 de outubro de 2009

Sem compromisso


Por que me falho?
Por traço um caminho, e escolho um atalho?
Faço falta a mim quando caminho sozinha.
Sinto uma solidão pequena, perdida em meio a casa.
Nesses momentos, sou pássaro de uma só asa.
Pássaro de uma só asa não voa.
Coração que ama sozinho destoa.
Poesia atada se solta.
Caminho escolhido, nem sempre tem volta.
Sim, eu oscilo nos versos, sempre faço isso,
porque sou escrava dessa minha poesia sem compromisso.


4 comentários:

  1. Lindo. Talento é isso. Ajustar os versos onde tem somente o necessário. Perfeito.

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  2. Gostei deste teu poema de interrogações.

    Beijinho

    MV

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  3. Obrigada, Sávio e Marta. Agradeço pelos comentários de sempre!

    Um abraço

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  4. Sem correntes certamente
    a Poesia mais alada -
    E cada voo rasante!

    Belos versos.

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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