terça-feira, 20 de outubro de 2009

Qual é o teu limite, Jacque?


Quem mandou amar a confusão das coisas?

Amo o desentido, o estranho, o que ninguém entende.

E tão somente amo a mim.

Meu limite?

Quem ama não limita-se a meia dúzia de lágrimas.
Eu amo, estranhamente amo,
e, não há limite para tamanho sentimento.
Se eu sofrer?
Eu sei o que é sofrer, à mim, não será novidade.
Deixo.
Assim vivo.
E saibam, não há nada mais intenso do que viver assim.


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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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