
Aos poucos, tu me envolves, dizendo-me das coisas de antes, da tua saudade e da imensa vontade de estar comigo. Pede-me para que eu te cuide, fala-me da estranheza do que somos, e de que me ama e me odeia ao mesmo tempo. Apenas ouço, e minha vontade nessa hora é ofendê-lo, dizer das mágoas e das lágrimas. Tendo falar, mas, tu não me deixas:
- Cala-te! Cala-te!
- Sim, calo-te com um beijo meu.
Fecho os olhos e ouço tua voz ao meu ouvido. Fico a imaginar tua mão em meu corpo e uma vontade queima-me por inteira. Sinto tua respiração ofegante dizendo-me:
-Ama-me! Ama-me, por agora!
O que somos? Loucos? Confirma-me isso pelo menos, pois se assim, louca eu sou, não há outra maneira de não amar-te. Amo e não sei o que somos e nem o que seremos, mas eu sei sobre tu e tu sabes sobre mim. Ama-me e odeia-me. Faço o mesmo por ti. Acolha-me em teus braços, por esta noite e não uma vida inteira. Sem promessas. Viver o que somos é o que importa. Faça como sempre, sussurre baixinho:
Después de todo te amaré
como si fuera siempre antes
como si de tanto esperar
sin que te viera ni llegaras
estuvieras eternamente
respirando cerca de mí.
Depois disso, peço que me espere, logo estarei chegando.
aah. nada como acolher e sentir-se acolhida,
ResponderExcluirDoar-se .
Achei um doce isso.
(:
Amei .
♥
Oi, flor mais linda!!
ResponderExcluirObrigada,
Beijo grande.