
Contempla minhas formas através das sutis cortinas.
Desenha-me em teus olhos como estátua de mármore talhado.
Faz-me pertencer a tua boca no desejo das horas repentinas.
Detenha-me em tuas mãos como a Vênus despida e palpitante.
Traga-me o êxtase do mais puro vinho já consumido.
Faça de mim a harmonia de toda sinfonia existente.
Sinta-me como quem aos céus já tem subido.
Beija-me como quem procura água em desespero.
Domina minha alma com teu corpo flamejante.
Desvenda-me, desnuda-me por inteiro...
Sinta o beijo dessa boca delirante.
Faça-me em mil suspiros de carícias mais intensas.
Conte-me teus desejos guardados ao pé do ouvido.
Deixe nossos corpos bailarem nessa dança,
onde o ritmo é o som insaciável do nosso gemido.
Nossa! Vejo um erotismo gostoso que arrepia a pele.
ResponderExcluirSeu texto, sexy e caliente, é inspirador. Também escolhes perfeitamente as imagens para transmitir o que escreves.
Sou só elogios.
Um grande abraço.
Eduardo Barbossa
Jacque minina minha amiga que maravilha a descrição desse momento. Uma poesia que enebria o coração desse velho boêmio. Uma obra prima. Um abraço agora estou de volta e farei desse oasís parada obrigatória.
ResponderExcluirAntônio que saudade! Faça parada no meu oásis, aqui a água é pura poesia e você pode beber.
ResponderExcluirUm abraço, meu nobre poeta!