
Faço poesia lembrando-me do doce sal da tua boca.
Recorro a uma prece vã.
Que me adianta dizer-te desta agonia?
Se agora experimento o gosto podre da maçã.
Escrevo como quem navalha-se.
As palavras esbarram-se umas nas outras,
Implorando liberdade.
Voa palavra minha! Inverta meus sentidos!
Porque só tenho tido,
o gosto do fruto azedo da infelicidade.
Fruto azedo. Gosto de nada. Verso eterno.
Concordo com Bukowski:
“O amor é mesmo um cão do inferno”
Recorro a uma prece vã.
Que me adianta dizer-te desta agonia?
Se agora experimento o gosto podre da maçã.
Escrevo como quem navalha-se.
As palavras esbarram-se umas nas outras,
Implorando liberdade.
Voa palavra minha! Inverta meus sentidos!
Porque só tenho tido,
o gosto do fruto azedo da infelicidade.
Fruto azedo. Gosto de nada. Verso eterno.
Concordo com Bukowski:
“O amor é mesmo um cão do inferno”
este azedinho que fazemos questão de
ResponderExcluirtransformar em doce ...
Haja tato ;**
Lindo este'
A utopia
ResponderExcluiré um sonhar
despertado,
diz Ernst Bloch.
Ou um não lugar
define o
o infeliz
senso comum.
A poesia é
uma utopia.
Um não lugar
onde despertamos do mundo
e sonhamos acordados.
Como o faço
agora,
apesar do relógio que tenta me acordar.
O azedo é para dar o toque especial aos sabores...lembre-se disso!
ResponderExcluirbeijos