
Eu vi um desacerto d’alma,
e sorvi o sal da lágrima que chorei.
Perdi o restante da minha calma,
ao relembrar o quanto amei.
Como pode a insensibilidade deixar tamanho fel?
É como cantar o amor, sem saber o que é,
e viver no inferno pensando ser o céu.
Vou deixar as manchas nódoas pra que eu veja.
Pois, meus olhos clamam que eu enxergue.
E mesmo que em meu peito o amor ainda esteja,
Vou gritar mil vezes até que eu negue.
Não sei odiar, nem sei fazer uso de vãos sentimentos.
Deveria eu aprender a não ter coração,
e maldizer mil vezes teu nome em lamento,
só para que saibas o quanto dói uma desilusão.
e sorvi o sal da lágrima que chorei.
Perdi o restante da minha calma,
ao relembrar o quanto amei.
Como pode a insensibilidade deixar tamanho fel?
É como cantar o amor, sem saber o que é,
e viver no inferno pensando ser o céu.
Vou deixar as manchas nódoas pra que eu veja.
Pois, meus olhos clamam que eu enxergue.
E mesmo que em meu peito o amor ainda esteja,
Vou gritar mil vezes até que eu negue.
Não sei odiar, nem sei fazer uso de vãos sentimentos.
Deveria eu aprender a não ter coração,
e maldizer mil vezes teu nome em lamento,
só para que saibas o quanto dói uma desilusão.
Oi Jacque, esquece, não deixe que desilusão tome conta do seu coração.
ResponderExcluirBeijos
Jamais, acredite. Se tenho coração, não será para carregar desilusões.
ResponderExcluirUm beijo, meu lindo. Obrigada.