domingo, 27 de setembro de 2009

Um brinde ao amor


Brindemos ao amor, nada é mais soberano!
Derramenos todo o cálice!

Deixemos sangrar, mesmo que a dor não se anule.
Beberemos dele, mesmo que falso.
Taças vazias jamais serão esquecidas!

Árduas alíneas que a mim se prendem,
desgarrem-se na alvura dessa folha,
pra dizerem do amor que sinto.

Um comentário:

  1. Esse negócio de Amor é interessante, também escrevi algo sobre, ele é soberano como você escreveu, não importa o que acontecer ele sempre continua.

    Beijos!!!

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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