
Inoportuna saudade fartar-me a alma mesmo que de desenganos outros.
Faço-me intenta de prosa ou verso que em minha razão seguem-se puros.
Eis o Amor! Levando-me a devorar as horas incontáveis nestes verbetes soltos.
Deixo-me seguir pelos caminhos incertos, assumindo os erros de outrora,
e, em meu jardim povoado de rosas, amorteço meu cansaço válido.
repousando meus olhos sobre estas flores rubras que beijam-me agora.
Eis o amor! Rosa sustentada de espinhos! Beleza única sem medida!
Pobres os que não sabem amar, pois tristeza maior não há nessa vida.
e, mesmo ao juro recolhido, digo em verdades não mais dolorosas:
Breves serão os beijos. Muitos serão os versos. Únicas serão as rosas.
Um sentimento que nutrimos sem pedir nada em troca e que, talvez por isto, é rechaçado em tão público desafeto! Entenda-se um ciclo vicioso chamado vida!
ResponderExcluirExcelente texto! Como sempre hehehe
Obrigada, Soturnian!
ResponderExcluirSim, um círculo vicioso chamado vida!
Uau!!!Unicas serão as rosas...eternamente.
ResponderExcluirRosa é flor,
ResponderExcluirrosa é perfume,
rosa é beleza;
beleza resume.
Escreve muito bem é um lindo poema!
ResponderExcluirbeijo