segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Poesia tão bonita


Eis a história que em poesia narrou-se em silêncio:

No desuso das palavras já não havia mais nenhuma promessa.
E o que um dia era sua saga constante de escrita,
tornou-se a falta de inspiração que antes dava-lhe pressa.

Que pressa era essa?
Toda, por assim acreditar nas próprias palavras as quais amava.
E os olhos enchiam-se de alegrias maiores e logo se esvaiam.
Então, o que era seu, nunca havia sido como ela acreditava.
Sua crença era somente porque ainda seus olhos se iludiam.

O que resta?
Escrever ainda resta. Deixar aos olhos do mundo o que se passa.
Hoje, nessa escrita autêntica, há um zelo raro de cuidado.
É como se cada palavra dissesse em tom de ameaça:
-“Não pare de escrever, senão, teu coração será calado”

O que tenho?
Eu tenho no peito um coração que grita.
O mesmo que sofre, sorri e acredita.
Eu tenho uma alma que sempre será aflita.
Eu tenho o aconchego dessa minha poesia tão bonita.

5 comentários:

  1. Adorei o final!

    Não pare de escrever mesmo!

    Temos a liberdade nos poemas é a melhor maneura de extravasar os sentimentos!

    bjuxx e feliz 2010!

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  2. Uau, Jacque!

    Escreve lindo, hein!? Parabéns! Também estou seguindo seu blog!

    Prometo que volto!

    Um beijãooo.

    Pedro Antônio

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  3. Teu blog é maravilhoso esta de parabéns, ja to ti seguindo aqui vou voltar com frequência!!!
    beijo!!!!

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  4. Que belo! Minha sentiu-se afagada por um poema simples e leve!
    Meus parabéns! Lindo!
    Sigo!

    F.M.

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  5. Muito bonita, mesmo! Adorei!

    "É como se cada palavra dissesse em tom de ameaça:
    -“Não pare de escrever, senão, teu coração será calado”"

    Minha palavras dizem o mesmo...escrevo para desafogar meu coração. ;)

    Beijo grande e obrigada pela visita, volte sempre! ;) Um lindo ano novo!

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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