
Relevo qualquer acusação que é feita.
Eu não posso mais ponderar-me por motivos teus.
E nessa minha poesia que nunca foi perfeita.
Deixo somente um verso triste de adeus.
Um tempo que não existia, hoje me cobra.
Viva! O tempo é curto, tu és livre agora!
Olhe! O quanto o ponteiro se desdobra!
Nada mais te impede, abrace cada hora!
A realidade da vida.
Não há sentimento real aliado a desconfiança.
Não há existência se nem os olhos, podemos ver.
Por que te escondes nesta tua insegurança?
Irreal. De fato, tu não queres viver.
É Jacque, tem gente que não quer ver que amor bateu à sua porta, e deixa passar a oportunidade de ser feliz.
ResponderExcluirBeijos
Sábias palavras, Jacque!
ResponderExcluirParabéns pelo blog! Há muito sentimento no que escreve e além disso, você consegue organizar as palavras incrivelmente bem. Maravilhoso mesmo.
Abraços!
Parabéns pelo sensível e belo espaço, onde suas palavras fluem como as águas de um rio, puras e límpidas.
ResponderExcluirGostaria que você conhecesse o meu espaço. Apareça e alegre-me com sua visita.
Que 2010 lhe traga muita paz e luz e voc~e possa realizar antigos sonhos.
Beijos.
Vanderley, meu lindo, obrigada sempre.
ResponderExcluirAngel, por saber que tenho um anjo.
Iane, já te sigo minha linda!
Obrigada à todos pelo carinho e as palavras sinceras. Este espaço é todo nosso, sejam sempre bem vindo ao poética.