
Tu, que de devaneios outros se tem feito,
imortal letra desgarrada em pergaminho,
Diz-me agora o que há cá em meu peito,
Porque já não acerto mais meu desalinho.
Tenho pecado teu nome em cada fim do dia.
Tenho cantado a primavera que não existe.
Tenho fingido um verso em hora tardia.
Tenho a mão errada nesta letra que persiste.
Paira folha solitária do longe desgarrada.
Aquieta-se em meu também solitário cantoe faz de minha mão tua quietude esperada.
Deixo-me exaltar o mais profundo enlevo.
Pois, já não sei se amar vale toda paga,
E nem se a razão se faz presente no que escrevo.
que o natal venha
ResponderExcluirmui lindo embrulhado
num rolo de papel laminado
trazendo nossos sonhos sonhados
curtidos a cada dia do ano e planos
para um novo ano de luz de paz somos
todos manos as vezes com manias diferentes
mas não fugimos as regras sim porque refregas?
vem bom noel de brinde muitos cálices de mel.
Antonio Campos.
FELIZ NATAL flor !
ResponderExcluirE que tenhas um lindo fim de ano tambem!
Belas Palavras ♥