segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Sofreguidão [soneto]


Tu, que de devaneios outros se tem feito,
imortal letra desgarrada em pergaminho,
Diz-me agora o que há cá em meu peito,
Porque já não acerto mais meu desalinho.

Tenho pecado teu nome em cada fim do dia.
Tenho cantado a primavera que não existe.
Tenho fingido um verso em hora tardia.
Tenho a mão errada nesta letra que persiste.

Paira folha solitária do longe desgarrada.
Aquieta-se em meu também solitário canto,
e, faz de minha mão tua quietude esperada.

Deixo-me exaltar o mais profundo enlevo.
Pois, já não sei se amar vale toda paga,
E nem se a razão se faz presente no que escrevo.

2 comentários:

  1. que o natal venha
    mui lindo embrulhado
    num rolo de papel laminado

    trazendo nossos sonhos sonhados
    curtidos a cada dia do ano e planos
    para um novo ano de luz de paz somos

    todos manos as vezes com manias diferentes
    mas não fugimos as regras sim porque refregas?
    vem bom noel de brinde muitos cálices de mel.

    Antonio Campos.

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  2. FELIZ NATAL flor !

    E que tenhas um lindo fim de ano tambem!

    Belas Palavras ♥

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O que sentiu sua alma?

Vida

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Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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