domingo, 16 de agosto de 2009

Campo de flores




Sigo os ramos entrelaçados das flores que teus pés pisam até a mim.
Nestes distantes campos largos, verdejantes tapetes ao sol dessa estação.
Aproxima-te, alma minha, toca estas criações em cores com a tua suave mão,
e, junto a estas flores tua pele pálida emana, este teu cheiro de jasmim.

Nestas paisagens que ao longo viajamos, tu és a flor mais perfumosa e bonita.
Flutuando tuas vestes claras pelos campos nestes tempos a procura de um lugar.
Ao longe, o peito deste poeta, destoa ao passo que cura-se da saudade infinita,
E em meus braços, envolvida em flores, terei quem há tanto espero para amar.

Alma minha, tu és ninfa desses Elíseos campos onde o amor eterno não demora.
Junto a mim,tenho o que tanto esperei e o tempo guardião das histórias, prometeu.
E ver-te serena arrumando o desarranjo do cabelo, beijado pelo vento dessa hora,
faz meus olhos testemunharem, que abaixo deste céu, não há amor maior que o meu.

Um amor maior que o tempo e o infinito, jamais vencido ao desenlace terreno.
Junto aos campos e as flores debaixo ao divino céu celeste que perdura,
entrelaçamos nossas vidas, todas elas vividas do guiado amor supremo,
e venho a ti amada, dizer-te, que desses versos, também não faço usura.

Repouses dessa viagem, e sempre saibas, que aqui, em meu colo seguro,
Através das mãos dessa escrita, te encontrar, eu sempre venho.
Faz morada em meu peito, porque sempre irei amar-te, eu lhe juro.
E mostrar-te, que toda beleza das flores, é ínfima, diante ao amor que tenho.

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Vida

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