
Inventando outros versos, direi que padeço mais que qualquer outro nessa hora.
Tenho um sofrimento que sufoca, e aos poucos, a minha razão devora.
Eu preciso que tu saibas dos meus sentimentos que são teus.
Direi aqui, o que só nós sabemos, através desses versos meus.
Sempre a tristeza de um poeta será uma alegria desmedida.
Ele ri da amargura e abraça a dor, como melhor e única amiga.
Deixem que murmurem sentimentos de pena, de razão maior ele se cobre.
Alheio escreve tanto, que, quando percebe, já não há ninguém que sobre.
Digo que um poeta não é sozinho! Está rodeado de “nenhuns presentes”.
Usa as palavras, e, astuto que é, faz “muitos ausentes”.
Amargura de poeta é levada a sério até demais.
Só mesmo quem o ler de trás pra frente, entender será capaz.
Tenho um sofrimento que sufoca, e aos poucos, a minha razão devora.
Eu preciso que tu saibas dos meus sentimentos que são teus.
Direi aqui, o que só nós sabemos, através desses versos meus.
Sempre a tristeza de um poeta será uma alegria desmedida.
Ele ri da amargura e abraça a dor, como melhor e única amiga.
Deixem que murmurem sentimentos de pena, de razão maior ele se cobre.
Alheio escreve tanto, que, quando percebe, já não há ninguém que sobre.
Digo que um poeta não é sozinho! Está rodeado de “nenhuns presentes”.
Usa as palavras, e, astuto que é, faz “muitos ausentes”.
Amargura de poeta é levada a sério até demais.
Só mesmo quem o ler de trás pra frente, entender será capaz.
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