
Onde termina cada linha recomeça outro desespero.
Sou agora assombrada pelas palavras que desenterro.
Fragmentos completos da desordem métrica do erro.
Inútil é tudo isso que eu escrevo!
Vejo o talhe feito no papel pelo ruim da minha mão.
Ferida aberta que sangra da tinta que aos versos dão.
Condenei-me a viver nesta maldição.
Rima maldita! Não percebes minha sofreguidão?
Sem rima
Vou riscar qualquer papel
E alguns irão dizer que fiz poesia.
Sou agora assombrada pelas palavras que desenterro.
Fragmentos completos da desordem métrica do erro.
Inútil é tudo isso que eu escrevo!
Vejo o talhe feito no papel pelo ruim da minha mão.
Ferida aberta que sangra da tinta que aos versos dão.
Condenei-me a viver nesta maldição.
Rima maldita! Não percebes minha sofreguidão?
Sem rima
Vou riscar qualquer papel
E alguns irão dizer que fiz poesia.
ola boa noite menina poetica
ResponderExcluireste seu poema é um tanto pesado dolorido
sofrido que seja so um
poema não uma realidade da sua vida parabens adorei te sigo desejo de sucesso para voce beijinhos feliz dia dos pais