sábado, 29 de agosto de 2009

Desespero de quem escreve


Onde termina cada linha recomeça outro desespero.
Sou agora assombrada pelas palavras que desenterro.
Fragmentos completos da desordem métrica do erro.
Inútil é tudo isso que eu escrevo!

Vejo o talhe feito no papel pelo ruim da minha mão.
Ferida aberta que sangra da tinta que aos versos dão.
Condenei-me a viver nesta maldição.
Rima maldita! Não percebes minha sofreguidão?

Sem rima
Vou riscar qualquer papel
E alguns irão dizer que fiz poesia.



Um comentário:

  1. ola boa noite menina poetica
    este seu poema é um tanto pesado dolorido
    sofrido que seja so um
    poema não uma realidade da sua vida parabens adorei te sigo desejo de sucesso para voce beijinhos feliz dia dos pais

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O que sentiu sua alma?

Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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