sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Do que eu sei


De mim que sou assim.
E não de outro jeito.
Agrada-me.


Do negro dos teus olhos ao ondulado sutil dos teus cabelos,
Tens o cheiro da fruta silvestre. Doce amora.

Teu desenho é simples como as pequenas folhas
e o descompasso traço da açucena.

Tua boca viçosa adere ao capricho do meu beijo.
Tuas palavras queimam-me a alma.

O teu amor é doce razão da minha existencia.
O meu amor é tua verdade absoluta.





Entender?
Desista.

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Vida

Vida
Há muito o que ser escrito...

A quem siga vivendo de alegria ou agonia... Eu sigo vivendo da minha alegre e agonizante poesia.
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